Homem-Aranha… Cabeça de Teia… Amigão da Vizinhança… Exemplo de superação para os oprimidos… E finalmente chegou à sua centésima edição! É pouco ou quer mais, aracnofanático leitor?! São mais de 3000 dias acompanhando as aventuras do mais famoso herói da Marvel (e é sim, não adianta espernear, fã dos Vingadores!) via Panini. E não vai parar por aí, é claro.
Para comemorar este marco, atingido no mês passado, entra no ar agora este novo hotsite do Aracnídeo, substituindo o antigo, que era mais voltado para esclarecer o leitor sobre a polêmica Um Novo Dia. A partir de agora, com todos já mais acostumados ao novo status quo do herói, esta que é a casa oficial do Aranha na internet vai sofrer um nada sutil upgrade (como já deve ter dado para perceber) e, além de trazer muito mais novidades e informação sobre o Teioso todos os meses, também vem prenunciar a chegada de um site maior, englobando toda a linha Marvel aqui no Brasil. Mas isso é só para atiçar sua curiosidade. Assunto pra depois…
Ainda no grupo das novidades, não coincidentemente, a centésima Homem-Aranha também marcou os últimos momentos antes da transição que vem aí dos títulos Marvel (e DC também). A partir de maio, suas revistas chegaram às bancas de todo Brasil diferentes do que você estava acostumado. A esta altura, o leitor já tenha deve ter lido/ouvido muito sobre as mudanças, não? Não se esqueça de nos escrever contando sobre o que achou.
Depois disso, sinta-se bem-vindo para balançar-se por aí e explorar todos os recursos deste aracnosítio. Ainda estamos no início e, claro, queremos a sua ajuda para melhorarmos cada vez mais. Não deixe de mandar suas opiniões e sugestões para seções e outra milongas mais. Todas serão atentamente examinadas!
É isso aí. Por enquanto.
Grande abraço!

19 comentários
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Meu primeiro gibi de super-heróis foi um Homem-Aranha, lá em 1985, com nove anos de idade. Depois desse aracno-encontro minha vida nunca mais foi a mesma. Passei pelo mundo dos patos, passei pelos faroestes, pelas planícies bárbaras, pela segunda grande guerra, mas nada é melhor que o clássico Homem-Aranha. Parabéns pela centésima edição!
Também gostaria de acrescentar que a qualidade das revistas Panini é excelente, continuem assim!!! (E longa vida a John Romita Junior, ninguém desenha o Aranha melhor que ele!)
Concordo contigo, Akira;
John Romita Jr. é um dos melhores desenhistas que o Homem-Aranha já teve.
O Paulo Siqueira tambem
É um marco sem dúvida. A qualidade das revistas nunca foi tão boa, vocês estão de parabéns. A propósito, quando começa a ser publicada a revista “A teia do Homem Aranha”?
Em junho, Vicente. Abração!
Isso é fato; a qualidade gráfica das revistas está excelente; parabéns a Panini.
Bernardo a revista a Teia do Homem-Aranha tera um hotsite ou vai vim para esse hotsite ou não vai ter nada só ira pasar pelo boletim
Tudo relativo ao Aranha sai por aqui, Adilson. Abraço!
Adorei esse novo formato só com histórias do Amazing Spider-Man, incluindo os anuais e edições especiais que fazem parte dessa nova fase do Aranha, que está AMAZING!
bom mesmo de verdade era o tempo dos gibis
A fase “Um novo dia” inaugurou um periodo memorável nas histórias do Aranha. Como não podia deixar de ser, não agradou a todos. Assim como a saga do clone, que foi muito criticada durante anos. Bom, eu fiquei sabendo que a Saga do Clone foi republicada nos EUA como ela deveria ter sido contada, o que é um avanço por parte da Marvel. Aqui fica minha dúvida. A Panini planeja publicar esse Remake de seis edições? Se for publicada, em que revista será? Homem Aranha, A teia do aranha ou outro título? Abraços!
Vamos publicar sim, Vicente. Logo revelamos mais sobre isso. Abração!
A teia do Aranha tera um hotsite ou não?
Não, tudo por aqui, deco.
Quando será lançada a Biblioteca Histórica do Homem Aranha Nº4?
Sem previsão por enquanto, Miles.
A necessidade de adaptar um título mensal aos novos tempos tem seu preço. A saga “Um Novo Dia”, por mais que tente emular os elementos das histórias clássicas do aracnídeo, falha nesta atualização.
Tudo acontece muito rápido – de maneira quase explicada -, no que deveria ser mais detalhadamente conduzido: a vida de Peter Parker, e não o engrandecimento de subtramas que chamam mais o foco para os personagens coadjuvantes, alguns deles, totalmente novos nesta nova fase.
Algumas histórias salvam, como as escritas por Mark Waid e Joe Kelly, mas é notável a falta de aprofundamento de outros arcos – o que leva a questionar o experimento de vários escritores alternando as funções num só título lançado três vezes por mês nos EUA.
Daí a única razão da Marvel ter contratado o editor Stephen Wacker para o grupo de revistas do Homem-Aranha: ele consegue manter a casa em ordem com a intercalação de artistas e escritores (por sua experiência na mini-série “52″), mas sabemos que as ordens vem de uma hierarquia maior: o editor-chefe Joe Quesada e seu braço direito: Tom Brevoort – que possui um conhecimento impressionante do Universo Marvel, porém não tão específico do aracnídeo como Tom Defalco ou Ralph Macchio, ou com a liberdade de experimentalismo proporcionada por Axel Alonso.
Se há uma vantagem em “Um Novo Dia”, é que não precisamos mais acompanhar aventuras paralelas em outros títulos, como “The Sensational Spider-Man”, “The Spectacular Spider-Man”, “Marvel Knights – Spider-Man” e tantos outros que tiveram um bom início, mas logo foram cancelados. Agora, só há uma linha cronológica a ser acompanhada.
A Marvel quer colocar o seu personagem principal na linha de frente para uma geração de novos leitores, como a DC vem fazendo com o Batman: o escritor Grant Morrison já deixou bem claro em entrevistas que deseja tirar o estigma de Frank Miller do Homem-Morcego que o acompanha desde “O Cavaleiro das Trevas”.
Dado o histórico de reviravoltas na vida do Homem-Aranha, ainda me impressiono por ele ser a cobaia e vítima de decisões mais editoriais e comerciais, e menos criativas. Exemplos:
- A Saga do Clone: estendida além do planejado com consequências confusas em sua cronologia graças a uma decisão do Depto. de Marketing da Editora;
- O Uniforme Negro: com o sucesso na forma de um brinquedo, esse teve que ser estabelecido nas HQ’s.
- O Casamento de Peter e Mary Jane: nas tiras de jornal publicadas nos EUA, os personagens se casaram, com uma boa repercussão; o mesmo teve que ser feito às pressas nas HQ’s.
- A quase falência da Marvel: Howard Mackie era o único escritor disponível para ‘consertar’ o estrago após o fim da saga do clone, forçando a editora reiniciar a contagem dos seus mais longevos títulos: The Amazing Spider-Man #1 (vol. 2). Nem a ajuda de John Byrne, escrevendo e desenhando uma reformulação do herói (“Spider-Man – Chapter One”) ajudou.
- Joe Quesada decide que um Peter Parker mais velho, amadurecido, reunido com Mary Jane (como desenvolvido por J. Michael Straczynski, cujas vendas triplicaram) não é um personagem que os leitores possam se identificar. O que nos leva a…
- “Um Dia a Mais”: após o desfecho da Guerra Civil, o desmascaramento do herói seria o estopim de uma das mais controversas decisões editoriais de todos os tempos – Peter Parker teve mais de vinte anos de cronologia apagados ao fazer um pacto com o demônio Mephisto; o escritor J. Michael Straczynski chegou a pedir que seu nome fosse retirado dos créditos da história, pois ele a fez apenas a mando de Joe Quesada, o que resultou num encerramento inglório no título.
E agora, “Um novo dia”. O jeito acompanhar até o fim pra ver como será. Apesar de ser o personagem favorito de muitos, ele também é um produto, e devemos lidar com este fato.
eu sou deficiência auditivo. eu quero amigo tratar a dedicação porem aperfeiçoei e acostamei depois o meu amigo o seu. eu desejo aprendi tal desenvolver a adobe photoshop isso desenho o organizaçao por a sombra, pele e brilho certo desenho idéia.etc.