Brian Azzarello


Postado por Redação Vertigo em 24 de janeiro de 2010.
Este texto faz parte das seções 100 Balas, Hellblazer, Loveless, Séries, Vertigo.

Brian Azzarello (Fonte: http://www.myspace.com/brianazzarello)

Brian Azzarello (Fonte: http://www.myspace.com/brianazzarello)

A mente criminosa de Brian Azzarello veio ao mundo no ano de 1968, na cidade estadunidense de Cleveland, Ohio. Depois de cerca de 30 anos de preparação nos piores e mais imundos buracos no mundo dos quadrinhos, seu nome passou a ganhar força, muito graças a participações em antologias da Vertigo e, principalmente, à minissérie Jonny Double, sua primeira colaboração com seu mais famoso comparsa, o ilustrador argentino Eduardo Risso.

100 BALAS – lançada em 1999 – trouxe a Azzarello e seu parceiro reconhecimento de público e crítica quase instantâneo. O comentário geral era de que a dupla trazia de volta às HQs boas histórias de crime e mistério, misturando características clássicas do gênero noir a uma abordagem completamente atual e nova do que se convencionou chamar de “submundo do crime”.

A consagração vinda graças a 100 BALAS levou Azz a escrever Hellblazer, também para a Vertigo (foi o primeiro estadunidense a assumir o título, notadamente escrito por ingleses), Banner e Cage (duas minissérie para a Marvel), elogiadas passagens por Superman, Batman e Sargento Rock, além de materiais para a Wildstorm, como Deathblow, e mais uma série mensal pro selo adulto da DC, o western Loveless.

Há pouco tempo, Brian Azzarello anunciou um novo trabalho para a Vertigo ao lado de Risso, chamado Spaceman. Além disso, foi convocado a reconstruir a Mulher-Maravilha para a DC Comics, na mais recente reformulação do universo de heróis da editora, em 2011. Como se vê, sua influência perniciosa junto às jovens mentes do planeta parece longe de chegar ao fim. Prosteste ou junte-se a seu império do crime em sua página oficial no mySpace: http://www.myspace.com/brianazzarello/.


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3 comentários para
“Brian Azzarello”

  1. Pra mim é o melhor roteirista desde Garth Ennis.

  2. Antônio disse:

    Para mim é o pior de todos os roteristas.

  3. Renato França. disse:

    Eu acho um dos cinco melhores escritores da atualidade. É claro que nenhum deles estão livres de vez em quando escreverem algum lixo.

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