
Lee Bermejo - Fonte: Wikipedia
Em 1997, um jovem aspirante a desenhista adentrou os estúdios relativamente novos em folha da Wildstorm para seu primeiro dia de trabalho. Seu nome era Lee Bermejo e ele muito em breve se tornaria muito mais do que um simples estagiário do estúdio criado por Jim Lee na década de 1990.
Sem praticamente nenhuma formação formal em qualquer tipo de arte, é difícil acreditar que os desenhos do norte-americano Bermejo tenham atingido o nível que têm hoje, com um pouco mais de uma década de atividades. Qualquer folheada em Coringa (premiado pelo IGN Comics Award), Batman/Deathblow e em sua participação na Frequência Global de Warren Ellis comprovam: o traço do artista é ideal para ilustrar histórias que se passem em becos e vielas sujas e decoradas com o que há de pior na humanidade.
Não é a toa que sua parceria mais constante seja com Brian Azzarello, um dos atuais mestres das vicissitudes das HQs mundiais. Outras boas oportunidades de apreciar o trabalho de Bermejo são suas muitas capas, tanto para a DC quanto para a Marvel.










