Before watchmen! Publicado em por Bernardo Santana

Por Bernardo Santana

A esta altura, provavelmente tudo já foi dito sobre o assunto (Ah, quem a gente quer enganar? Isso ainda vai dar pano de manga pra semanas de discussão!). Sendo assim, a gente aqui no Blog da Wiz vai se contentar em publicar todas as capas divulgadas pela DC do projeto Before Watchmen.

Seguem:

(4 edições) – Roteiros: Darwyn Cooke. Arte: Amanda Conner

Espectral (4 edições) – Roteiros: Darwyn Cooke. Arte: Amanda Conner

Ozymandias (6 edições) – Roteiros: Len Wein. Arte: Jae Lee

Ozymandias (6 edições) – Roteiros: Len Wein. Arte: Jae Lee

Minutemen (6 edições) – Roteiros e arte: Darwyn Cooke

Minutemen (6 edições) – Roteiros e arte: Darwyn Cooke

Comediante (6 edições) – Roteiros: Brian Azzarello. Arte: J.G. Jones

Comediante (6 edições) – Roteiros: Brian Azzarello. Arte: J.G. Jones

Rorschach (4 edições) – Roteiros: Brian Azzarello. Arte: Lee Bermejo

Rorschach (4 edições) – Roteiros: Brian Azzarello. Arte: Lee Bermejo

Coruja (4 edições) – Roteiros: J. Michael Straczynski. Arte: Andy e Joe Kubert

Coruja (4 edições) – Roteiros: J. Michael Straczynski. Arte: Andy e Joe Kubert

Dr. Manhattan (4 edições) – Roteiros: J. Michael Straczynski. Arte: Adam Hughes

Dr. Manhattan (4 edições) – Roteiros: J. Michael Straczynski. Arte: Adam Hughes

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63 respostas a Before watchmen!

  1. Mascarenhas disse:

    Eu sou um dos fãs da mini original do Moore que vinha olhando essa idéia da DC com desconfiança e repúdio. Mas a qualidade dos nomes envolvidos e as belas capas me fizeram mudar de idéia e dar uma chance, mesmo que pequena, para essas minis.

  2. Vinicius disse:

    As artes estão bacanas e até me deixaram curioso.
    Curiosidade: o que tu acha disso Bernardo, digo da ideia de dar continuidade à obra clássica.

    • Bernardo Santana disse:

      Fala, Vinícius, tudo certo? Cara, acho conceitualmente ok, mas vamos aguardar pra ver se o trabalho vai ser mesmo legal… Quanto à polêmica sobre ser a continuação de uma obra clássica, acho que quanto menos tabu no mundo, melhor! Abração.

    • Fernando disse:

      Ei Bernardo, acho que o tabu nesses casos é justamente não conseguir romper com a lógica de investir em idéias prontas e ficar sempre refazendo a mesma coisa, sem inovar. Romper tabus, na minha opinião seria justamente as empresas de quadrinhos de heróis perderem o medo de investir em coisas novas e pararem de ficar sempre matando e ressuscitando os personagens, casando e descasando, tornando vilão e voltando a ser herói, etc.

      Faz décadas que a Marvel e a DC ficam contando as mesmas histórias de formas diferentes, sem nunca conseguirem romper com esse ciclo vicioso. Esse sim é um tabu que precisa ser rompido.

      E os grandes artistas de quadrinhos estão aí para mostrar que é possível, mesmo com os quadrinhos de herói, é só ver a grande quantidade de clássicos que existem. E que se tornaram clássicos, justamente por terem conseguido dar um passo adiante – como atestam os exemplos de Cavaleiro das Trevas, Monstro do Pântano, Patrulha do Destino, Homem-Animal, Sandman, Poder Supremo, Watchmen). Só as editoras, não conseguem perceber isso; ou não querem perceber, pois é muito mais fácil e lucrativo ficar investindo em coisas prontas e pré-formatadas.

    • Bernardo Santana disse:

      Concordo com você em gênero, número e grau, Fernando! Mas na minha opínião pessoal, sem saber o que vem por aí com essas minisséries, não dá pra acusar ninguém de reciclar nada. Tudo que sabemos é que os personagens e o mundo mostrado em Watchmen serão usados, e é a esse tabu que me refiro. Abração. E que continue a discussão!

    • @_JJunior disse:

      Todo mundo critica os anos 90, mas foi uma época a qual todos fizeram coisas novas, seculo 21 é recheado de reboots, remakes e outras mexidas no passado.

  3. Emilio Chaves disse:

    É pra frente que se anda !!!!! Sejam bem-vindas !!!

  4. Tiago Obi disse:

    Claro que por aqui, vamos querer encadernado com todas as pompas que a Panini puder fazer!

  5. Miercoles de Mayo disse:

    Yo soy contra!

  6. Daniel disse:

    Aí sim! Provavelmente serão publicados pela panini logo logo né??

  7. Gomes disse:

    PÕooo… não podem perder a chance de vender bastante aqui tbm, né?!
    Essa do Rorschach com a arte de Lee Bermejo vai ser sinistra, hein?! Putzz….mal posso esperar…

  8. vitor disse:

    Lindas Capas.

    Azzarello/ Bermejo e Darwyn Cooke(?!) Grandes apostas.

    7 mini-séries com 28 edições no total! Muita coisa hem?

    Digo desde já o que farei, vou espera as 2 coletâneas é claro.
    Se forem publicadas no Brasil, significa que venderam bem, pois foram bem recebidas pela crítica em geral, que está toda com pé atrás.

    • vitor disse:

      Na verdade, muito mais que 28 edições já que algumas séries tem 6 partes cada.

      É… vou esperar mesmo os comentários gerais. Vou preservar minha grana.

  9. Fernando disse:

    Sou contra. Acho até que pode ficar uma história legal, mas é algo que não precisaria acontecer. Não vou fazer campanha contrária, mas vou fazer torcida contrária, para que não venda nada.

    Acho que na vida temos que ter princípios básicos, mesmo (e inclusive) como colecionador de quadrinhos. E por uma questão de princípios é que não vou comprar nem sugerir que comprem. As editoras precisam parar de tratar os colecionadores como imbecis. Concordo plenamente com Alan Moore, é uma idiotice ficar preso a algo de 25 anops atrás, deve-se andar pra frente, ter novas idéias. Ficar remoendo coisas passadas só serve de atraso. É, de fato, “um projeto sem-vergonha”, como afirmou Moore.

    O momento dos quadrinhos no Brasil está excelente, temos centenas de materiais de altíssima qualidade para comprar e ler, e não é preciso perder tempo com essas reciclagens medíocres.

    Mas, como eu disse, é apenas minha opinião, é uma declaração de princípios. Quem quiser comprar que compre, até entendo. Mas vou fazer muito voto contra, para que esse projeto seja uma bomba (no mau sentido).

    • W. Feijó disse:

      Cara, isso vai vender como água no deserto. Aposto com quem quiser que vai pro topo das listas de vendas quando sair.
      Esse Alan Moore tá ficando um velho rabugento mesmo. É o problema que o ser humano tem ao ser idolatrado: achar-se o dono da verdade. Star Wars (por exemplo) já tem pra lá de 30 anos e continua entretendo fãs nas mais diversas mídias (e trazendo dividendos para G. Lucas). O que a galerinha parece não entender é que tudo não passa de ciúmes e sentimento de posse. Ele (Moore) não quer ver os personagens que criou para a DC sendo usados por outros (embora tão competentes quanto ele mesmo), muito embora o barbudo faça o mesmo com personagens clássicos da literatura em LIGA EXTRAORDINÁRIA. Ou seja, dois pesos, duas medidas.

      Que venha Antes de Watchmen!

    • Silvano disse:

      Feijó, quero ver você dizer isso quando sua namorada (se você tiver uma, claro) trocá-lo por outro. Aí, veremos se não rola ciúme nem desejo de posse…

    • Fernando disse:

      Ei, Feijó, não acho que seja ciúmes não. O cara simplesmente se importa com os quadrinhos como um todo, e não quer ver as coisas zoneadas. Concordo com o Moore na luta pelo fim da mediocridade no meio quadinhístico.

      E o lance da Liga Extraordinária, não vamos confundir alhos com bugalhos, apesar do nome parecido. O Moore criou um conceito totalmente diferente usando personagens clássicos, como fez o Gaiman com Sandman. De modo algum o Moore tá escrevendo as mesmas histórios do Julio Verne ou do Bram Stoker, é algo totalmente novo, uma recriação, novos conceitos e idéias. Acredito que se pegassem os personagens de Watchmen para fazer uma paródia ou algo bem diferente do contexto original (mas com qualidade, pois não é qualquer um que sabe fazer isso), Alan Moore não estaria puto (e nem eu).

      A grande M… é que estão fazendo o mesmo Watchmen do Alan Moore, mas isso já está feito, não dá pra fazer de novo.

    • Leonardo Cabral disse:

      Silvano… comparar uma história em quadrinhos com uma namorada demonstra uma tremenda falta de senso.

      Não vejo nada demais em aproveitarem os personagens de Watchmen. O autor JMS deu uma opinião muito equilibrada sobre isso. Moore também utilizou personagens criados por outros, como o Monstro do Pântano. Em Liga Extradordinária, Moore escreveu personagens clássicos da literatura, cujas histórias também eram tidas como fechadas, completas. Isso não o impediu de criar uma grande obra.

      Se as minisséries forem bem feitas, qual o problema? Relaxa, galera. É história de quadrinhos, um meio de entretenimento.

  10. Pimenta disse:

    Acho que no mundo das hqs é sempre comum aparecerem mais historias para completar grandes arcos. É normal e apoio.
    Isso não vai modificar a obra classica, quem não gosta, não vai ler e quem quer mais, vai ler. Simples.
    E em relação a publicação, confio em vocês. Acredito que não irão deixar os fãs na mão!

  11. Revoredo disse:

    É aquilo, se for bom, eles vão fazer mais, e mais, e mais, até que vai chegar uma hora que vão misturar com o Universo DC normal, vão querer fazer sequência de Watchmen, vão querer cagar em alguns conceitos da obra original enfim… pode não falhar agora, mas é sem dúvida que falhará em algum momento… Eles fizeram isso com várias outras histórias, com Watchmen será igual…

  12. Thiago Aggio disse:

    E ai Bernardo, então tá confirmado para o segundo semestre aqui no Brasil certo? rsrsrs

  13. Eduardo Roq disse:

    Sei q a pergunta é 1/2 prematura mas a Panini vai lançar, certo?

  14. gandalf disse:

    ABSURDO!!!!!!!!!!

  15. Alex Pereira disse:

    Só eu que acho essa capa do Dr. Manhattan sugestiva???

  16. vitor disse:

    Tá falando sério que tu vai gastar energia, fazendo voto contra (?!)

    Saindo ou não, fazendo sucesso ou não, isso não muda nada na vida da gente.

    • Fernando disse:

      Claro que vou fazer voto contra, tomara que encalhe tudo na DC! :) )

      É que eu acredito que isso muda sim a vida da gente. É uma forma de tentar melhorar a qualidade dos quadrinhos. Se o projeto for um fracasso, quem sabe eles deixam essas ideias absurdas de lado e passem a fazer coisas novas e interessantes?

      Se a gente deixar passar essas coisas, acredito que o caminho natural vai ser a previsão do amigo acima: de prequel vão acabar fazendo sequencia, depois vão iserir no universo DC tradicional, daí vão fazer o crossover com Liga da Justiça versus Minutemen, colocar alguns personagens como integrantes da Sociedade da Justiça e dos Novos Titãs… e, mais uma vez, vão estragar um ótimo conceito.

      É uma obrigação cívica de qualquer fã de quadrinhos evitar essas maluquices e lutar pela melhoria da qualidade das histórias, tanto as nacionais quanto as estrangeiras. :) )

    • vitor disse:

      Só acho que ambos os produtos podem co-existir. Uma não descredibiliza o outro.

      Isso que você argumenta, é o mesmo que um fã da literatura clássica abominar a criação da Liga Extraordinária do próprio Allan Moore por acreditar que tal premissa desvirtua as histórias originais, que por si só também eram auto-contidas. E olha que o Barbudo mexeu com um monte delas ao mesmo tempo.

      A princípio tenho minhas ressalvas, por isso prefiro conferir os comentários da crítica e dos leitores. Antes de gastar meu din-din. Mas é óbvio que uma folheada nas bancas pelo menos eu vou fazer.

    • Fernando disse:

      Vitor, com certeza um não descredibiliza o outro. Watchmen vai continuar sendo um clássico, enquanto esses trabalhos oportunistas vão continuar sendo… trabalhos oportunistas. :)

      E já comentei acima que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. O problema não é usar os personagens de Watchmen, mas continuar insistindo na mesma história de novo. O problema é que a história de Watchmen é fechada, completa, com início meio e fim, não há antes e nem depois, só especulação.

      O que Alan Moore faz não é continuar a escrever as histórias dos autores clássicos, mas sim contar uma história própria, criar um novo mundo, um novo “universo”, uma outra mitologia com sua própria lógica e conceitos. E faz isso com mestria. Criações nesse sentido, quando bem feitos, são muito bons. Um excelente exemplo, em minha opinião, é o Conan do Aragonés, chamado “Groo” (mas temos também a citada Liga Extraordinária e o Sandman, além de outras centenas de trabalhos).

      Esses dias o Straczynski disse que estão escrevendo as histórias de “Before Watchmen” com o encadernado original debaixo do braço, fazendo exatamente como está ali, sendo muito fiéis à obra do Moore. Caramba! Mas isso é exatamente o contrário, estão sendo justamente anti-Moore fazendo isso.

      Seria muito mais fiel se deixassem os roteiristas do Mauricio de Sousa fazerem uma história da turminha no mundo de Watchmen. E estou falando sério! :p

  17. Silvano disse:

    Bernardo,

    Já que falaram em Liga Extraordinária, tenho duas perguntas BARBUDAS pra vc:
    1) A edição definitiva do volume 2 sai ainda este ano?
    2) A Panini tem planos para publicar o Black Dossier?

    • Bernardo Santana disse:

      Fala, Silvano, beleza? 1) Não, sem previsão. 2) Também não (por enquanto, pelo menos). Abraço!

    • vitor disse:

      Não sou barbudo, mas acho que não sai nem uma nem outra.

      _ Os direitos da Liga 2 não pertence a outra editora que inclusive está publicando as continuações?

      _ Esse Black Dossier não está impedido de ser publicado fora dos EUA?

    • Eduardo Roq disse:

      Como assim? Nem os conterrâneos britânicos do Moore vão ler Black Dossier a ñ ser q importem? Aki no Brasil já tô acostumado c/essas sacanagens mas parece 1 atitude anticomercial e atípica

  18. @_JJunior disse:

    Eu sou contra, mas comprarei todas. É muita gente boa de serviço envolvida. Mas queria ver esse pessoal em algo novo.

    • W. Feijo disse:

      Mas É ALGO NOVO!
      Não é pelo simples fato dos personagens já existirem que a coisa não é nova! Achei uma excelente idéia da DC. Mais ainda pelo fato de envolver o grande escalão de talentos da editora! Ficaria preocupado e realmente P da vida se o roteirista fosse o JT Krul ou o Tony Daniel ou o Bedard ou o Judd Winick…

  19. heron disse:

    vou comprar, pode ser legal, mas não vai ter a essência do watchmen, nem chega ao pés essa coisa oportunista

  20. Geninho disse:

    Dr. Manhattan encoxando a Espectral! Yeah, baby!!!

  21. Luis disse:

    A equipe é boa, mas eu gostaria muito de ver a DC criar algo novo e tão marcante quanto. Poderia muito bem juntar essa equipe dar carta branca e dizer: Criem algo novo!

  22. Thales disse:

    Olá Bernardo, tudo bem?

    Em falar de clássico dos quadrinhos, teria por algum acaso, alguma previsão da Panini lançar Planetary??

    Abraço a todos os amigos.

  23. Emerson disse:

    Acho que não altera em nada a obra original.

    By the way, Cavaleiro das Trevas 2 “anulou, prejudicou ou manchou” Cavaleiro das Trevas 1?

  24. marvel maniac disse:

    Quando vai ser lançada oficialmente mesmo?

  25. Slade_Wayne disse:

    Também compartilho da ideia de que são materiais diferentes, então, independente do sucesso ou não destes prelúdios, WATCHMEN vai continuar sendo um clássico absoluto.

  26. Daniel L. disse:

    É um projeto caça-níqueis, mas é uma iniciativa corajosa.
    Claro que sem Alan Moore ou a benção dele, perde-se um pouco a credibilidade, mas vamos esperar a publicação do material para avaliar a qualidade.
    Quanto aos que criticam Alan Moore e citam a Liga Extraordinária deve-se analisar que Alan pegou vários personagens de outros autores e criou um novo conceito e uma obra original, o que é diferente da proposta de Before Watchmen.

  27. Lucas Coutinho disse:

    Acho q ainda vale o velho ditado “Não se mexe em time q está ganhando.”. Watchmen é um clássico e deve ser mantido assim até q se prove ao contrário.

  28. impulso disse:

    AMIGOS BERNARDO E VITOR,

    ESTE MATERIAL PODERIA SER LANÇADO EM UM SEGUNDO VOLUME DE DC ESPECIAL OU DC APRESENTA,QUE TAL?

    SERGIO.

  29. Quando vai sair Superman Terra 1?

    • Bernardo Santana disse:

      Sem previsão de lançamento no Brasil, por enquanto, Fábio. Qualquer coisa, anunciamos nos posts, beleza? Abraço!

  30. impulso disse:

    Amigo Bernardo,

    O seu nível de educação e dos funcionários da panini é EXCELENTE,NOTA 10.

    VOCÊS ACREDITAM NO LEMA QUE TODO FILÓSOFO LEVA A SÉRIO:NÃO EXISTE PERGUNTA ESTUPIDA.

    TODA PERGUNTA TRAZ O DESEJO DE UM SER HUMANO DE EVOLUIR,DE APRENDER.

    E DEVE SER RESPONDIDA.

    EXISTE,SIM,RESPOSTAS ESTUPIDAS,PROMOVIDAS POR PESSOAS SEM EDUCAÇÃO,SEM NÍVEL INTELECTUAL ALGUM.

    AMIGO BERNARDO,VOCÊ E TODOS OS FUNCIONÁRIOS DA PANINI SÃO PESSOAS BOAS,EDUCADAS E GENTIS.

    É UMA HONRA CONVIVER COM TODOS VOCÊS.

    SERGIO.

    • vitor disse:

      Sergio, você faz piadinhas a cerca do meu poder aquisitivo no tópico “PONTO DE IGNIÇÃO DISSECADO” falando gentilmente pra eu deixar de ser mão de vaca, e agora demonstra estar indignado com um comentário igualmente engraçado?

      Sinceramente, não consigo entender sua persona.

      E por favor, pare de escrever com o Caps Lock acionado, é desagradável ler comentários dessa forma. Suas sugestões não serão aceitas ou o zeramento das revistas não deixará de ocorrer, só porque você insiste em tecer numerosos elogios em caixa alta.

      É uma honra poder contribuir, para a sua evolução como ser humano.
      Vamp.

    • Não existe pergunta estupida e sim um estupido que faz uma uma pergunta,geralmente eu.

  31. Pingback: Watchmen, Batman e os cifrões | Wizmania

  32. Peter disse:

    Bom, já que agora não tem mais volta, torço para que ao menos não “queimem” a grandeza de Watchmen com estas minis.

    E o Alan Moore sempre reclama que usem seus personagens, mas será que ele esqueceu que os arquétipos dos personagens de Watchmen são baseados em parte nos antigos personagens da Charlton Comics? E que tal se os personagens que ele usa na Liga Extraordinária não fossem de domínio público e os herdeiros de Julio Verne, Bram Stoker e Julio Verne resolvessem tirar satisfações com ele???

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